segunda-feira, 27 de julho de 2009

O SOFRIMENTO FAZ O CARA CRESCER...

quinta-feira, 23 de julho de 2009

“Celebration”



Nessa última empreitada da rainha do pop, Madonna, pela a gravadora Warner, já que ela assinou contrato com a Live Nation, os executivos, juntamente com ela, resolveram chamar seus fãs para celebrarem seus sucessos.


O CD e DVD incluirá duas novas canções que foram gravadas recentemente em Nova York e grande parte de seus maiores sucessos. O primeiro single, “Celebration”, foi produzido pela cantora e o DJ Paul Oakenfold e já chegará às rádios a partir do próximo dia 3 de agosto.
O vídeo clipe da faixa foi filmado essa semana em Milão, Itália e teve direção de Madonna e Jonas Akerlund, responsável pelo premiadíssimo vídeo de “Ray of Light”, de 1998. Diversos remixes de “Celebration” foram distribuídos para estarem nas pistas de dança a partir de 24 julho.
A maior surpresa do novo material se materializou na imagem escolhida para a capa. A criação da obra de arte foi do artista ‘pop’ de rua Mr. Brainwash, que é bastante conhecido pelas suas artes com diversos ícones do mundo.


Do Blog Mundo Pop

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Mais cinco casos da Nova Gripe são confirmados no Ceará



Todos os 19 casos do Estado estão em Fortaleza

Mais cinco casos de Influenza A (H1N1) foram confirmados no Ceará pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesa). As novas pessoas infectadas são de Fortaleza e viajaram recentemente, mantendo contato com doentes no exterior.

Com o anúncio, sobem de 14 para 19 os casos da Nova Gripe no Ceará. A Sesa também confirmou que 13 pessoas estão sendo monitoradas com suspeita da nova doença.

Treinamentos e dúvidas
Um treinamento de diagnóstico e tratamento dos casos da nova doença está sendo realizado em Sobral nesta terça-feira (21). Outro treinamento acontecerá em Fortaleza na próxima quarta (22), com agentes de saúde de Aracati, Baturité, Canindé, Maracanaú e Quixadá.

A Secretaria Municipal de Saúde de Fortaleza disponibilizou um disque tira-dúvidas sobre a doença, através do telefone 0800-280.08.08.

Do Portal Jangadeiro para o Mensageiro da Realidade.
A charge é de Newton Silva - http://www.newtonsilva.org/

terça-feira, 21 de julho de 2009

Histórias de Walt Disney


O gênio da animação era fanático por trabalho, resgatava a infância em seus filmes e acabou alcoólatra no fim da vida


Inventor do moderno cinema de animação, o magnata Walt Disney (1901-1966) era tão popular nos EUA que chegava a ser reconhecido nas ruas até por crianças - nada mais justo, aliás, porque foi para elas que ele dedicou o seu talento e a sua vida. Um dia, numa festa, um garoto tomou coragem e se dirigiu ao "tio Walt". Não queria um autógrafo, queria mesmo é que ele lhe desenhasse a sua maior criação, o ratinho Mickey, cujo nascimento nos anos 1920 foi o pontapé inicial do maior império de entretenimento do mundo.

Com a desenvoltura habitual, Disney passou a caneta e o papel para o seu empregado, o animador Ub Iwerks (quem na verdade deu vida a Mickey) e ordenou que ele esboçasse o bichinho. Depois Disney o assinaria e daria para o menino, testemunha da cena constrangedora. "Desenhe o seu próprio Mickey", teria dito o artista, dando as costas para o chefe. Essa passagem está descrita na biografia Walt Disney: o triunfo da imaginação americana (Novo Século, 944 págs., R$ 89,90), de Neal Gabler, que não economiza em detalhes no retrato de uma personalidade sob a qual ainda pairam muitos mistérios e controvérsias.


TRECHO DO LIVRO

"Walt adorava bancar o maquinista. Ele punha um boné e uma camisa quadriculada, sentava no carro de trás da locomotiva e acendia a máquina. Os convidados eram invariavelmente chamados para dar uma volta no trem, uma lista que incluía a cantora Dinah Shore e até Salvador Dalí"



Disney não foi o criador de Mickey e Iwerks até ameaçou processá-lo. Que Disney era anticomunista é um fato sabido e ele nunca fez questão de ocultar. Em 1947, testemunhou perante o Comitê de Atividades Anti-Americanas, acusando de esquerdista a Liga de Mulheres Eleitoras. Pelo fato de ter recebido em seu estúdio a cineasta nazista Leni Riefenstahl e ter colocado um lobo judeu em Os três porquinhos, ainda hoje se discute se ele foi também antissemita.

Outra dúvida: ele realmente poderia ser considerado o autor de clássicos como Branca de Neve e os sete anões e Fantasia, já que apenas supervisionava sua fábrica de animações? Afora essas e outras lacunas a respeito de sua vida, Disney manipulou muito a sua própria história. A biografia de Gabler leva uma certa vantagem sobre outras existentes porque ele passou sete anos pesquisando nos próprios arquivos dos Estúdios Disney. Leu de tudo: de memorandos a cartõespostais. O que revela do homem que, segundo o renomado crítico de arte Robert Hughes, antecipou em anos a pop art já é suficiente para se mergulhar em sua caudalosa narrativa.


TALENTO PRECOCE:Na infância, Disney fugia de casa para brincar de teatro com um amigo. Tome-se, por exemplo, a infância do pequeno Walt, passada entre Kansas City e a minúscula cidade de Marceline, que ele não cansava de citar como fonte de sua prodigiosa imaginação. Esses anos teriam sido paradisíacos, não fosse um porém: seu pai era um carrasco. Movido pelas ideias socialistas (o que explicaria, mais tarde, a posição conservadora do filho rebelde), Elias Disney apostava em negócios que nunca davam certo.

Em Kansas City, decidiu investir na entrega de jornais. Mas quem tinha de acordar às três da manhã para sair de casa em casa jogando os matutinos era o pequeno Walt. No inverno, a atividade tornavase um suplício, já que o menino tinha de depositar o jornal em cada varanda e não apenas atirá-lo da rua. Algumas vezes, encontrava no canto um brinquedo abandonado: deixava os jornais de lado e esquecia do tempo se divertindo.No Natal, ganhou não um trenzinho, mas um par de botas com biqueira de metal para enfrentar as invernadas: "Não tinha uma hora em que pudesse brincar."

O hábito do trabalho precoce fez dele um workaholic. "O estúdio era o sexo. Os orgasmos estavam todos lá", disse Ward Kimball, um de seus conhecidos desenhistas. Na época de Branca de Neve, quando ele varava dias, noites e fins de semana no trabalho, sua mulher, Lillian, quase pediu o divórcio. "Ninguém jamais pagará um centavo para ver um filme de anões", praguejava. Ela se enganou, claro. Mais tarde, cansado dos filmes, Disney buscou a realização em empreendimentos como a Disneylândia e em hobbies extravagantes, como a construção de uma estrada de ferro em miniatura em sua nova casa.

"Comprei para mim um presente de Natal, algo que quis durante toda a minha vida - um trem elétrico", escreveu. Ao final da vida, doente de câncer e alcoólatra, aquele que sempre foi acusado de ter infantilizado a cultura americana costumava se lembrar da infância, segundo os mais próximos, com um "suspiro lamentoso". A imagem que vem à mente é a do personagem de Cidadão Kane e seu trenó, Rosebud. Orson Welles, é sabido, inspirouse em outro magnata, William Randolf Hearst, para fazer sua radiografia do "self made man" americano. Mas bem poderia ter se mirado em Disney.

Ivan Claudio, de Istoé Independente direto para o Mensageiro da Realidade.

Beco da Poeira: empresa escolhida foi a maior doadora da campanha de Luizianne em 2008



Escolha de Beta S/A para obra foi feita sem licitação

A construtora Beta S/A, escolhida sem licitação para fazer a reforma do prédio da antiga fábrica Thomaz Pompeu, local previsto para a instalação do novo Beco da Poeira, foi a maior doadora da campanha da prefeita Luizianne Lins (PT), no ano passado. Quem traz a denúncia é o jornal O Povo, em sua edição desta terça-feira.

O valor, R$ 900 mil, só foi doado 18 dias após a confirmação da reeleição da Prefeita. Dispensada a licitação, a empresa já iniciou a obra de R$ 3,2 milhões. O jornal afirma que, segundo a assessoria de comunicação da Prefeitura, foram levantados orçamentos de três empresas para a obra e a Beta S/A apresentou a melhor proposta para a reforma do balcão, no valor de pouco mais de R$ 3,2 milhões. A confecção dos boxes ficou a cargo da Meta Tecnologia & Concreto Ltda, com o valor de R$ 2.555.665,04.

Em conversa com a redação da Tv Jangadeiro, o Procurador do município, Martônio Mont`Alverne, disse que tudo foi feito dentro da legalidade, conforme o artigo 24 da lei de licitações. Já a empresa Beta S/A não quis se pronunciar sobre o assunto.

Na última sexta-feira (17), a deputada estadual Tânia Gurgel (PSDB) entrou com pedido de investigação no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) sobre a dispensa de licitação feita pela Prefeitura de Fortaleza. Tânia não teria concordado com a justificativa de que haveria uma situação emergencial, já que, para ela, o imbróglio envolvendo os comerciantes do local não é recente.

Do Portal Jangadeiro direto para o Mensageiro da Realidade
Charge: Newton Silva

Existe um estilo tardio?

O que a proximidade do fim da vida representa para a obra de um artista



Dizem que idade e sabedoria caminham juntas. Tenho lá minhas dúvidas. Vi muito ancião tolo ou criança genial. O dramaturgo norueguês Henryk Ibsen (1828-1906) aloprou no fim da vida e produziu a grotesquerie Quando os mortos acordam, uma peça que ficaria bem como obra juvenil – mas que parece meio ridícula na imaginação de um homem de 70 anos. Do outro lado está o poeta francês Arthur Rimbaud (1854-1891). Aos 19 anos, ele já tinha realizado toda a sua obra exuberante e iconoclasta. Mas o padrão dominante na cultura e na vida é o juízo chegar com a maturidade. De fato, a proximidade da morte infunde um senso de urgência no indivíduo, em especial no artista. Ele é capaz de iluminar a totalidade da vida e da obra, como uma coda ou um epílogo justificador.

O acasalamento da ansiedade e da consciência da finitude daria à luz o “estilo tardio”. Como pode ser definido esse estilo? A resignação perante a morte; a transcendência, a superação dos sentidos e da vida em um mundo que deve ser deixado pra trás; o rompimento intransigente com os padrões sociais e artísticos – tudo parece caber na etiqueta de estilo tardio, a resposta final sob a forma de obra de arte. Continuo a achar a noção bem duvidosa.

Saiba mais

»Leia as colunas anteriores de Luís Antônio Giron

É preciso entender a expressão. Ela parece óbvia na música, na pintura e na literatura. A Décima Sinfonia, que o compositor austríaco Gustav Mahler deixou incompleta, ou as derradeiras telas de Tiziano e Rembrandt são exemplos de obras sombrias e maduras geradas nos últimos estertores dos artistas. William Shakespeare evocou a sabedoria dos velhos (e a converteu em obra de arte) em A tempestade e o O conto de inverno. Aos 86 anos, muito doente, o português José Saramago exibe energia em um blog formatado como testamento. Uma condição biológica – a velhice, ou a consciência do fim – parece se intrometer na forma e no método usados pelos artistas. A vida e a arte no fim das contas se influenciam entre si. Assim, o estilo tardio faz todo sentido.

O conceito foi empregado pela primeira vez pelo filósofo alemão Theodor Adorno no ensaio O estilo tardio de Beethoven, de 1937 – e retomado pelo ensaísta palestino Edward Said no livro Estilo tardio (Companhia das letras, 192 páginas, tradução de Samuel Titan Jr, R$ 43,50). Adorno analisou os seis últimos quartetos de Ludwig van Beethoven como o exílio do artista. A esse terceiro período da criatividade do compositor alemão pertenceriam a Missa soleminis, a Nona Sinfonia e as cinco últimas sonatas para piano. Com heroica teimosia, Beethoven teria se elevado em relação a seu tempo, criando peças musicais que desafiaram o público e os padrões de julgamento da crítica. Entre o mundo real e o novo universo sintetizado, o artista maduro não tem dúvida de optar pelo segundo. O estilo tardio seria então a vitória da arte sobre o tempo histórico – elevando a obra sobre a própria vida.

Ora, o salto transcendental que envolve o estilo tardio soa como pura metafísica. Said trata de colocar o conceito em perspectiva, pare despi-lo dos fantasmas. Para ele, o estilo tardio não passa de um impulso, para o bem ou para o mal. "Gostaria de explorar a experiência de um estilo tardio que tem a ver com uma tensão despida de harmonia ou serenidade, com uma produtividade coscientemente improdutiva, do contra...", afirma Said. Ele diz ainda que o estilo tardio a um tempo faz parte e está à parte do presente: “São poucos os artistas e pensadores capazes de levar seu ofício tão a sério a ponto de perceber que também ele envelhece e deve enfrentar a morte, sem poder recorrer senão à memória e aos sentidos em decadência”. As obras tardias, em uma palavra, carregam uma única mensagem: que todos vamos morrer, e que a morte deve ser encarada nos olhos. É a dramatização da lucidez in extremis. Said analisa então as obras finais de Mozart e Jean Genet, e a retirada de cena do pianista canadense Glenn Gould. Este "virtuose intelectual" se exilou dos concertos e dedicou seus últimos anos de vida (morreu aos 50, em 1982) à negação do mundo em nome da criação de gravações insuperáveis.

Edward Said estava às voltas com essas reflexões quando, numa terça-feira de manhã, em 25 de setembro de 2003, morreu, vitimado por um câncer. Planejava concluir o ensaio dali a três meses. Seu aluno em Princeton, Michael Wood, encarregou-se de prefaciar e organizar o material. Said tinha 67 anos e, segundo Wood, não viveu o suficiente para desesenvolver seu próprio “estilo tardio”. O texto de Said, um militante da intifada palestina, professor na Universidade de Columbia e pianista de concerto, soa como uma obra de um jovem virtuose. Se ele foi assombrado pela ideia do estilo tardio, acossado pela luta contra o câncer, nada indica que tenha sido levado por uma urgência a concluir o trabalho. E assim o próprio Said refuta a noção que tentou elaborar sem concuir. O estilo tardio, pelo menos com ele, não aconteceu. Seu temperamento não praticou essa operação, diferentemente de Beethoven ou Glenn Gould. Lamentável e ironicamente, Said deixou essas questões apenas esboçadas.

Isso me faz pensar que o estilo tardio não passa do resultado da imaginação e do inconsciente do artista. Ao divisar a morte se aproximando, ele precisa se reinventar como um sujeito que não tem mais tempo – e só lhe resta pensar grande. Em muitos casos, porém, só é possível compreender essa modalidade de estilo quando a vida e a obra do autor convergem para o mesmo final. Talvez sejam as obras incompletas as que melhor representem a condição humana. E nunca é tarde para um fragmento.

Luís Antônio Giron
Editor da seção Mente Aberta de ÉPOCA, escreve sobre os principais fatos do universo da literatura, do cinema e da TV

segunda-feira, 20 de julho de 2009

20 de julho de 1969 - O homem chega à Lua


20/07/2009 - 00:01 | Enviado por: Sheila Machado

“Este é um pequeno passo para um homem, mas um enorme salto para a humanidade”. Foi com estas palavras que, há exatos 40 anos, o astronauta Neil Armstrong consolidou o sucesso da missão espacial norte-americana Apollo 11 e entrou para a história da humanidade como o primeiro homem a pisar na superfície lunar.
O lançamento da Apollo 11 foi realizado em 16 de julho, do Cabo Canaveral, na Flórida, e teve atenção mundial através da transmissão televisiva. A bordo, o módulo espacial continha apenas três astronautas: Neil Armstrong, comandante da missão; Michael Collins, controlador do Módulo de Comando Columbia; e Edwin Eugene ‘Buzz’ Aldrin Jr., piloto do Módulo Lunar Eagle. Cerca de 12 minutos após o lançamento, a Apollo 11 entrou em órbita terrestre e, 30 minutos depois, se separou do foguete Saturno V, rumando para o satélite natural da Terra. Ao final de 3 dias tranquilos de viagem, a missão espacial alcançou seu destino e seus tripulantes acionaram os propulsores da nave para entrar em órbita lunar. Ao final de 3 dias tranquilos de viagem, a missão espacial alcançou seu destino e entrou em órbita lunar. Em 20 de Julho, com Neil Armstrong e Buzz Aldrin a bordo, o Eagle se separou do Columbia e iniciou sua descida em direção ao Mar da Tranquilidade, como foi chamado o local da superfície lunar escolhido para o pouso. Michael Colins permaneceu no módulo de controle monitorando o progresso da missão. Às 17 horas, 17 minutos e 40 segundos, horário de Brasília, o módulo lunar tocou suavemente o solo da Lua.
Seis horas depois, o comandante da missão deixava sua pegada na Lua e sua marca na história:

Corrida espacial na Guerra Fria
Em 24 de julho os três astronautas retornaram em segurança à Terra. Na Lua, deixaram instrumentos científicos, uma bandeira dos Estados Unidos da América e uma placa com suas assinaturas, a do presidente Richard Nixon e a seguinte mensagem: "Aqui os homens do planeta Terra pisaram pela primeira vez na Lua. Julho de 1969. Viemos em paz, em nome de toda a humanidade". O episódio representou um capítulo importante na disputa entre os Estados Unidos e a União Soviética pela hegemonia da tecnologia espacial, considerada estratégica por seu potencial militar durante a Guerra Fria.

O que é PUNK?



Era uma vez um determinado encontro entre duas pessoas totalmente diferentes, e começaram a conversar, mas virou um jogo de perguntas e respostas:

-*O que é Punk?
-Pergunta sem resposta!
*Você sabia que o Punk já morreu?
-Então me enterraram sem avisar!
*Mas era apenas uma ideologia de uma década de juventude alienada e revoltada?
-Era uma pinóia, e não fale do que você não sabe!
*Então me explique?
-Explicar o que?
*Sobre o Punk!
-Se você tá dizendo que ele já morreu, e noto que também acha que tem razão, a melhor pessoa a lhe responder é um coveiro!
* E você é Punk?
-acho que você costuma ver fantasma!
*Porque?
-Tenho cara de fantasma?
*Não!
-Então o Punk não morreu, e não vai morrer nunca! Aliás é capaz do coveiro do cemitério ser um Punk também!
* Ah não ! Que conversa é essa, não venha me dizer que estou diante de um Punk ah! ah!
-Está sim, e há bem pouco tempo já estava era batizado com uma cuspida na cara!
*E por que não faz isso? E cadê aquelas roupas?
-Primeiro não faço porque não vale a pena, pois já sei que você quer contar para seus filhos que um dia um Punk cuspiu sua cara, não vou lhe dar esse prazer.
-Punk não tem definição, e peraí respeite esse nome, pois representa: coragem, atitude, carácter, questionamentos, estudos e sobretudo saber viver nesse mundo, tal como ele é e não da maneira que você pensa que é. Tô te vendo indeciso, não seria diferente. Roupas? Não é necessário comprar, é só usá-las e com o tempo elas ficarão do geito que está aí na sua mente. Posso usá-las, guarda-las, doar etc. Acho que você ainda continua se perguntando:"Porque ainda não levei uma cuspida, um murro e um chute?" . Aí meu caro, infelizmente você conseguiu o que queria, minha resposta sobre o Punk. Cuspida, murro. chute etc, você já começou a levar desde quando se dirigiu a palavra a mim, pois enquanto tú filosofava e se perturbava sobre o que morreu ou não, eu fiz o que um verdadeiro Punk deve fazer: SOBREVIVER! A cuspida são minhas palavras, o murro é meu estudo e minha profissão e o chute é uma junção de tudo isso, metaforicamente tú tá levando e só vai sentir quando a ficha cair. Pois Punk é burro(diz você) ah! ah! ´Foi o melhor esteriotipo que me deram, fiquei livre e ninguém nem ligou(fui pela tangente). É Contra o sistema capitalista(diz você) e você também é , pois briga com ele desde o dia em que nasceu e nunca venceu uma batalha, pois é um covarde! E eu estou usando-o agora, quer coisa mais PUNK do que isso.É contra a repressão(não vou repetir o que falei antes), mas que tal pegar a parte que o capitalismo deixa e transformá-la em aliada?* Então você não é mais PUNK? -Ah! você quer ressuscitar o que sempre esteve vivo? seu burro! Ideologia um cacete! É atitude mesmo. Ah! você já leu sobre a teoria da evolução? Pois então saiba que quem morreu foi você!!!!!!!

-Agora se vire e der no Pé!
-Ei peraí, faltou uma coisa: Esse é apenas o meu pensamento, e tá cheio de gente por aí doido pra achar um ecléctico(ou fuleragem) como você, para também dar sua opinião , muitas vezes totalmente diferente da sua! Aí é capaz de você pirar, mas é capaz do Psiquiatra que vai lhe atender ser um PUNK, aí você tem chances de preservar sua sanidade Mental!

Kleber Aurélio é Farmacêutico, Compositor, Músico e ex-integrante das bandas Santa Inocência, Conflito Mundial e Xerox Suburbana.

sábado, 18 de julho de 2009

40 ANOS DE WOODSTOCK



O Woodstock, festival de rock mais famoso da história, aconteceu no período entre os dias 15 e 18 de agosto de 1969, numa fazenda na cidadezinha de Bethel, no estado de New York. Segundo a revista Rolling Stone, o festival de Woodstock foi um dos 50 momentos mais importantes que mudaram a história do Rock 'n´'Roll. Criado pelo promotor Michael Lang com Artie Kornfeld, John Roberts e Joel Rosenman, o evento reuniu 32 artistas. No filme/documentário, lançado em 1970, aparecem 22 deles, conforme lista abaixo (em ordem alfabética).


Arlo Guthrie
Canned Heat
Country Joe & the Fish
Country Joe McDonald
Creedence Clearwater Revival
Crosby, Stills, Nash
Grateful Dead
Janis Joplin
Jefferson Airplane
Jimi Hendrix
Joan Baez
Joe Cocker
John Sebastian
Johnny Winter
Mountain
Paul Butterfield Blues Band
Richie Havens
Santana
Sha-Na-Na
Sly & The Family Stone
Ten Years After
The Who


O filme ganhou o Academy Award® como melhor documentário (foi nomeado para Melhor Edição e Melhor Trilha Sonora). Woodstock foi produzido por Bob Maurice e dirigido por Michael Wadleigh, que tinham em sua equipe jovens editores e cineastas como Martin Scorsese, Thelma Schoonmaker, Joel Cox e Tina Hirsch.


No local do festival foi erguido um museu chamado Bethel Woods Center Of Arts, que conta a história da decada de 60, destacando Woodstock como um acontecimento ligado à arte, com exibições multimídia e até eventos educacionais.


Para comemorar esses quarenta anos do festival de Woodstock, será lançada, no dia nove de junho, uma caixa especial contendo três DVDs. Neles está incluída a versão do diretor com quatro horas de duração, mais duas horas de performances inéditas. Foram mais de 300 horas de gravação e uma platéia de cerca de 500 mil pessoas durante os três dias do evento. Muitos estão questionando essas restaurações, principalmente no que se refere ao som, pois alguns fãs estão protestando contra os chamados "overdubs" feitos para restaurar as gravações. Por exemplo, o início da música "Soul Sacrifice" de Carlos Santana, tinha uma percussão especial que quase não aparecia na gravação original. Como o percussionista da banda de Santana já morreu, chamaram seu filho no estúdio e regravaram essa percussão. O "overdub" é um recurso muito usado para consertar eventuais erros e falhas nas gravações ao vivo. Seria o equivalente a uma cobertura de possíveis defeitos de gravação.


O ano de 1969 foi importante na história, pois, além do festival de Woodstock, foi o ano que o homem pisou na Lua. O festival também serviu como um protesto do movimento hippie contra a guerra do Vietnã, que estava no seu auge. Foi também a plataforma para o estrelato de gente como Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jefferson Airplane e The Who, que em 1967, já haviam chocado o mundo com suas performances no Festival de Monterey, na California. Outros grandes nomes também se destacaram graças ao Woodstock como, Joe Cocker (sua performance de "With a Little Help From My Friends" se tornou lendária), Crosby, Stills, Nash & Young, Sly & The Familly Stone, Richie Havens, Canned Heat, Joan Baez, Ten Years After e Creedence Clearwater Revival.


Para os mais fanáticos, segue uma lista das 18 performances inéditas que estão nessa edição de aniversário:


Joan Baez: "One Day at a Time"
Country Joe McDonald: "Flying High"
Santana: "Evil Ways"
Canned Heat: "I'm Her Man" and "On the Road Again"
Mountain: "Beside the Sea" and "Southbound Train"
Grateful Dead: "Turn On Your Love Light"
Creedence Clearwater Revival: "Born on the Bayou", "I've Put a Spell on You" and "Keep on Chooglin"
The Who: "We're Not Going To Take It" and "My Generation"
Jefferson Airplane: "3/5 of a Mile in 10 Seconds"
Joe Cocker: "Something's Coming On"
Johnny Winter: "Mean Town Blues"
Paul Butterfield: "Morning Sunrise"
Sha Na Na: "Teen Angel"


Só pra completar, e valendo como pesquisa para os leitores, deixo uma lista dos melhores discos de 1969 ( não é uma lista em ordem de preferência).


Kid Vinil, colunista do portal Yahoo! direto para o Mensageiro da Realidade

http://br.noticias.yahoo.com/s/29042009/48/entretenimento-40-anos-woodstock.html

Fugitivo é suspeito de atentados na Indonésia




Transeuntes deixaram flores em frente ao hotel Ritz Carlton
Autoridades da Indonésia identificaram um perigoso fugitivo como o mais provável suspeito de ter organizado os atentados suicidas contra os hotéis Marriott e Ritz Carlton, que deixaram nove pessoas mortas na sexta-feira, em Jacarta.

Noordin Mohamed Top é procurado pela polícia por ter planejado atentados em Bali em 2002 e 2005, além de outros atentados na Indonésia.

Dois extremistas suicidas, responsáveis pela colocação das bombas nos hotéis, estão entre as vítimas dos atentados de sexta-feira. Metade das vítimas era de estrangeiros, mas nenhuma delas foi formalmente identificada.

A polícia da Indonésia está analisando amostras de DNA e outras provas para tentar identificar quem está por trás das explosões.

Investigação

O chefe das operações anti-terrorismo, Ansyaad Mbai, disse à BBC acreditar que há fortes indicações de que Noordin foi o cérebro por trás das explosões.


Noordin Miohamed Top é procurado desde 2002
Noordin teria sido um dos principais financiadores do grupo militante Jemaah Islamyiah e acredita-se que, recentemente, ele teria fundado seu próprio grupo.

A Jemaah Islamyiah tem ligações com a rede al-Qaeda e tem um longo histórico de cometer atentados na Indonésia, inclusive os atentados de 2002 em Bali, que causaram a morte de mais de 200 pessoas.

As bombas usadas nos atentados de sexta-feira continham pregos e parafusos, entre outras coisas, e eram idênticas às usadas pela Jemaah Islamyiah, informou a polícia.

Segundo Mbai, o objetivo dos atentados era constranger o governo da Indonésia no momento em que o país atravessa maior grau de estabilidade do que no passado.

Segundo a correspondente da BBC em Jacarta Karishma Vaswani, os indonésios ficaram extremamente chocados com as explosões de sexta-feira, pois acreditavam que eventos como esses eram coisa do passado.

Na sexta-feira, investigadores da polícia encontraram uma bomba que não havia explodido e outros materiais explosivos no local que eles chamaram de "centro de controle" para os ataques - a suíte 1808 do hotel Marriott.

Os autores dos atentados se hospedaram no hotel, para onde levaram o material explosivo antes de detonar as bombas, na sexta-feira.

Imagens do circuito interno de TV mostraram um dos autores do atentado usando um boné e puxando uma mala de rodinhas para dentro do restaurante do hotel Marriott. Em seguida é possível ver um clarão e fumaça.

A segurança foi reforçada na Indonésia após os ataques. Quinhentos soldados estão de prontidão para apoiar a polícia na capital, Jacarta, se necessário.

Ombro a ombro

Entre as vítimas das explosões havia vários estrangeiros, entre eles um neo-zelandês, dois australianos e um cingapuriano. Outros 17 estrangeiros estariam entre os feridos.

O presidente Susilo Bambang Yudhoyono condenou os ataques, que descreveu como "cruéis e desumanos".

O presidente americano, Barack Obama, também condenou os atentados, expressando suas condolências aos parentes das vítimas.

O ministro do Exterior da Austrália, Stephen Smith, tinha previsão de chegar a Jacarta neste sábado.

Ele disse quer queria ficar "ombro a ombro com a Indonésia neste momento terrível".

O time de futebol Manchester United, que ia se hospedar no hotel Ritz Carlton na semana que vem para um amistoso em Jacarta, cancelou a viagem.

Os atentados contra os dois hotéis ocorreram apenas algumas semanas depois das eleições presidenciais da Indonésia.

Nos últimos anos, o país de 240 milhões de habitantes vinha sendo elogiado por manter uma democracia pluralista ao mesmo tempo em coibia o terrorismo.

Da BBC de Londres direto para o Mensageiro da Realidade